sexta-feira, 21 de junho de 2013

Mães que Gritam! - Dicas Mulheres de Esperança


O nosso programa de rádio Mulheres de Esperança é um programa feito por mulheres para mulheres! Nele gostamos de abordar assuntos que dizem respeito à vida das mulheres como esposas, como mães, profissionais, sobre os seus gostos, amizades e dificuldades.
Falamos ainda sobre as nossas emoções e espiritualidade. Tudo o que diz respeito à vida da mulher é aqui focado e debatido com muita amizade e respeito por todas.
Hoje gostavamos de abordar um tema de um dos nossos programas - "Mães que Gritam" - que acredito que afecte muitas mulheres mães, mas que talvez não seja muito fácil de admitir.

Uma das razões porque as mães gritam com os filhos, é porque acham que se falarem mais alto eles ouvem melhor. À medida que gritam verificam que não é assim, então ainda gritam mais e com mais força, apenas para verificar que isso não as levou a nenhum lado... e gritar pode depois tornar-se um hábito, um mau hábito. Deixamos aqui algumas das razões porque as pessoas gritam com os filhos: 
  

1. Porque têm muitas coisas para fazer e pouco tempo para fazê-las, e daí ficarem debaixo de stress. E nesses momentos, parece que as coisas todas dão para o torto.

Ex: uma mãe stressada a ver o filho entornar o copo de sumo na toalha limpa...  

Embora fosse um erro sem intenção da criança, a mãe reage a ele em frustração. Num dia normal diria por exemplo: "Pronto, deixa lá essas coisas acontecem"...afinal as crianças precisam dessas palavras de afirmação sem um tom de voz alterado. 


2. As mães não se sentem bem!


Acorda mal disposta, com uma dor de cabeça, com uma dor em qualquer lado e por que está desconfortável, não tem o grau normal de resistência e ...grita. A sua vontade era ficar na cama, sossegada até o mal-estar passar mas sabe que tem uma família dependente dela, mas em vez disso grita com um, dá um safanão a outro, quando o melhor a fazer era parar, respirar fundo e dizer aos que a rodeiam como se sente. Ser verdadeiro e honesto, resulta sempre. Assim, toda a família fica informada e todos tentam responder e administrar as coisas de maneira mais funcional e calma.

Também que há mães que gritam muito porque nada é feito como elas gostam...


Este perfeccionismo, frustra a mulher, a mãe, porque quer que tudo esteja no lugar, tudo esteja imaculado e perfeitamente arrumado. Nada é perfeito na nossa vida! Perfeito só há um que é Deus e Ele não está a espera que sejamos perfeitos, apenas que O amemos e Lhe obedeçamos. Os seus filhos nunca vão fazer a cama como você  faz, nem arrumar o quarto como você gosta. Pare um pouco e lembre-se; eles são crianças, não são adultos, estão a aprender e gritar com eles não vai ensiná-los. Por isso da próxima vez que desejar que a sua casa pareça como uma foto das revistas ou como a televisão mostra, esqueça, as pessoas normais não vivem em casas assim... 



E agora algumas dicas de ajuda às mães que gritam...

1. Diga o que pensa e pensa no que diz.  

Isto quer dizer que as ordens ou sugestões devem ser muito claras. Os garotos devem perceber exactamente o que têm que fazer. Mas não pode imaginar que eles vão fazer o que lhes mandou. Por isso tem que supervisionar. E não ser mole, quero dizer, se a ordem foi: "guarda os brinquedos todos na caixa, só depois podes ir brincar” tem que assegurar-se que os brinquedos estão a ser postos na caixa...mesmo!


2. Ser flexível e ter uma atitude correcta.  

A flexibilidade é muito importante no nosso papel de mães...neste campo temos que estar preparadas para dar um pouco e fazer mudanças onde for necessário. Podemos sempre tentar um meio alternativo para chegar ao mesmo resultado. Temos que aprender a mudar os planos e a remover aquelas coisas que trazem stress a si e à sua família. E seja positiva, fale com um tom de voz claro e normal e o seu dia correrá muito mais calmo e finalmente, ore a Deus pedindo ajuda e sabedoria e que lhe dê mais controlo no seu temperamento. Assim que começar a sentir o vulcão interior a querer explodir, peça ajuda a Deus. Nestas dificuldades, o segredo é dar passos pequenos, mas firmes e certos.




Conversa da Alma

Nas sugestões acima sugerimos que pedisse a Deus ajuda para os problemas que tem na sua casa. Falar com Deus chama-se orar. Sabe que quando Deus criou o homem e a mulher, a Sua intenção era que eles fossem seus amigos íntimos, que pudessem falar com Ele livremente. Mas essa amizade com Deus foi quebrada por causa da desobediência. 
Mas Deus tinha um plano para trazer o homem de volta ao seu coração. Fê-lo através do Seu Filho Jesus que se fez igual a nós e que morreu por nós, para pagar esse pecado. E agora, como é que Deus responde à nossa oração? É muito mais simples do que a ouvinte imagina: Um dia Jesus estava a ensinar uma grande multidão e uma das coisas que ensinava era sobre a oração e dizia Ele; "Ora se o vosso filho vier ter convosco e vos pedir pão, vocês dão-lhe uma pedra? E se vos pedir peixe, dão-lhes uma cobra? Claro que não. Ora se vós sendo maus sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais o vosso Pai que está nos céus não dará boas coisas aos que Lhe pedirem?”
Então, Deus ouve e responde às nossas orações?



Gostava de contar-vos uma história sobre uma mulher que viveu muito tempo antes de Jesus, uma mulher chamada Ana. Já agora, deixe-me dizer que este programa , faz parte de uma grande organização chamada Projecto Ana. Em todo o mundo há muitos milhares de mulheres que oram especialmente por aquelas que sofrem, que são abusadas e torturadas. Este número de mulheres que oram por outras, cresce em cada dia e há mulheres a orar em mais de 75 línguas no mundo. Chama-se Projecto Ana exactamente por causa de Ana da tal mulher de quem eu ia falar-vos. 

Esta mulher não tinha filhos. Naquele temo era quase considerada uma maldição, quando uma mulher não conseguia engravidar. O desgosto de Ana era muito grande e por isso, com todo o seu coração ela orou a Deus pedindo um filho. Diante do Senhor, derramou toda a amargura do seu coração e implorou a Deus um filho. E Deus respondeu. Deu-lhe um menino a quem pôs o nome de Samuel e tal como tinha prometido a Deus durante a sua oração, ela ofereceu o seu menino para ficar no templo do Senhor. Samuel cresceu longe da família, mas tornou-se um grande profeta de Deus e o líder respeitado do seu povo.

Então, Deus responde à oração? Claro que responde. Às vezes Deus dá-nos mais do que pedimos, outras vezes dá-nos completamente diferente do que pedimos, porque sabe o que é melhor para nós, outras vezes faz-nos esperar...porque ainda não é o melhor tempo para responder. Mas sempre nos ouve. Por isso querida amiga, até na sua maneira de lidar com os seus filhos no seu dia-a-dia, peça a Deus a Sua sabedoria, vai ver que Ele responde e a sua casa se tornará num lugar de paz e de grande felicidade.

Pode ouvir o programa Mulheres de Esperança - "Mães que Gritam" aqui.


Texto: Excerto do programa Mulheres de Esperança - "Mães que Gritam"
Produção: Sarah Catarino
Locução: Sarah Catarino e Sónia Simões
Direitos Reservados

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Sabia que...?

Durante o próximo mês (Julho) os motivos do Calendário de Oração do Projecto Ana vão incidir sobre as Mulheres Vítimas de Tráfico Sexual. Queremos deixar aqui alguns dados estatísticos para que possamos reflectir e pensar o quanto é importante orarmos por justiça bíblica para estas mulheres e meninas.

 

Sabia que..?

  • 2,5 milhões de pessoas no mundo são vítimas de tráfico de seres humanos para trabalhos forçados e exploração sexual. (UNICEF)
  • Cerca de 50% destas 2,5 milhões de pessoas são crianças. (UNICEF)
  • A maior parte das meninas vítimas de tráfico é obrigada a tornar-se profissional de sexo, especialmente na Índia e no Bangladesh. (UNICEF)
  • Dezenas de milhões de crianças vivem ou trabalham nas ruas das grandes cidades em todo o mundo e o número tende a crescer nos próximos anos. (UNICEF). 

Portugal

  • Na última década em Portugal foram sinalizadas pela Organização Internacional para as Migrações 96 vítimas de tráfico humano.   
 
  • Em dois anos o Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais (IEEI) identificou 115 vítimas de tráfico humano em Portugal. Só 11% tinham sido identificados pelos orgãos da policia criminal.
 
  • Estima-se que todos os anos haja pelo menos 250 a 270 pessoas que são traficadas tendo Portugal como destino, trânsito ou origem, mais do triplo do que dizem os dados oficiais. (IEEI)
 
  • Mais de dois terços das pessoas traficadas em Portugal (67%) são vítimas de exploração sexual. (IEEI)
 
  • Muitas mulheres vêm na ilusão de que terão um emprego - 84% das motivações são falsos empregos - e acabam exploradas e até vendidas entre angariadores, por 35 mil euros. (IEEI)

 
http://www.asjp.pt/2013/05/23/ha-mulheres-em-portugal-vendidas-por-35-mil-euros/ 

http://www.ionline.pt/artigos/portugal/trafico-portugal-tambem-ha-agencias-trabalho-falsas-mulheres-vendidas 

Carta da Marli Spieker - Junho 2013


Queridos intercessores,

Recentemente, soube que Kim Jong-un, o líder da Coreia do Norte, é tetraneto de um pastor. Três gerações depois, sob a liderança de Kim Jong-un, norte-coreanos, especialmente cristãos, sofrem com a perseguição severa e até morte. Convido-o a juntar-se a mim e aos 40.000 intercessores do Projecto Ana em todo o mundo em oração por uma das regiões mais populosas do mundo – a China e a Coreia. Durante anos a política do filho único na China e a horrenda situação económica da Coreia do Norte afectaram severamente mulheres e crianças. Ao orarmos por elas, permanecemos na promessa do Salmo 27:1 “O Senhor é a minha luz e a minha salvação, de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo?” Assim como a luz vence as trevas, trazendo calor e vida, que a fé destas mulheres e crianças vença a dor e o desespero, trazendo a paz e esperança aos seus corações e famílias ao confiarem no Senhor Jesus, o justo e íntegro governante do universo.
Há um ano tive o privilégio de visitar a Coreia do Sul, onde a liberdade e um avivamento espiritual geraram uma igreja forte e com uma ampla visão missionária. Intercedemos pelas ouvintes do Mulheres de Esperança na Coreia do Norte na reunião de oração no meio da semana ao lado de centenas de intercessores.

Há 14 anos os programas Mulheres de Esperança têm sido transmitidos tanto na China como na Coreia do Norte. No entanto, se alguém é apanhado a ouvir programas estrangeiros na Coreia do Norte, pode sofrer pena de morte. Então não temos expectativas de receber os contato das ouvintes, mas seguimos crendo que a palavra de Deus não voltará vazia.

Oremos para que Deus as fortaleça ao permanecerem na Sua promessa encontrada em Mateus 10:28: “Não tenham medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma.” Ao ouvirem a mensagem secreta de esperança e salvação, que sintam que estão sendo ‘sustentadas por braços eternos’. Que elas possam beber da água de Jesus – nossa esperança da glória.

Louvado seja Deus pelas corajosas equipas no Nordeste da Ásia, mas ainda precisamos de mais obreiras. Precisamos de no mínimo três novas coordenadoras regionais do Projecto Ana para encorajar, promover, equipar e abençoar as nossas irmãs chinesas. Ore também por encorajamento para as lindas integrantes da equipa da Coreia do Sul que produzem programas e levantam sustento financeiro e apoio em oração para que possam servir estas preciosas mulheres no Norte.


Crendo consigo,

Marli Spieker
Fundadora/Directora do Ministério Global
Projecto Ana


quarta-feira, 5 de junho de 2013

Síndrome da Super Mulher! - Dicas Mulheres de Esperança

"Chamo-me Renata e confesso que tenho a síndrome da super mulher. Trabalho mais de 40 horas semanais, cozinho refeições completas e tenho uma casa limpa e sem roupa para lavar. Além deste trabalho preciso também de me livrar de uns quilitos a mais, de ser um membro activo na minha comunidade, e produtiva na sociedade. 

Sempre achei que tinha que fazer tudo isto porque era o que se esperava de mim. Quando algumas das bolas que anda no ar cai no chão, sinto-me culpada pela minha falha. As pessoas esperam de mim e pior ainda, EU espero de mim! Tenho filhos, nunca imaginei viver sem filhos e quero que eles tenham orgulho na mãe, no que faço, no que alcanço. 

Cresci com pais que casaram nos anos 50 e tive a influência de uma avó que nasceu em 1905 e nesse tempo, a tarefa de uma mulher era tomar conta do marido, das necessidades dos filhos e da casa. Uma boa esposa, cozinha, limpa e antecipa as necessidades da sua família. Quando o marido chega a casa à noite, não quero que ele jamais diga: "Só temos isto para jantar? Mas que comida é esta?". Se isso acontecer é porque falhei como esposa e como mãe, pois não preparei um jantar decente à minha família. Quando há visitas, ando numa roda viva para que tudo esteja perfeito quando entrarem na minha casa. O pior é que sinto também que traí a menina dentro de mim que tinha alvos e sonhos e desejos. Acho que a minha família vai acordar no dia em que cair para o lado. Mas depois tudo vai voltar ao modelo do passado: a mãe faz, a mãe pode fazer.

Será que isto é um sintoma de mártir, ou será um hábito? Será mais fácil continuar a fazer tudo ou tentar ensinar os meus filhos a fazerem as suas tarefas? Ou será esta a maneira correcta de mostrar à minha família quanto os amo? Acho que cheguei a um ponto em que quero mostrar aos outros que realmente consigo, é na realidade o desejo de querer ser mais do que os outros...afinal até já descobri que os meus filhos gostam de fazer algumas tarefas em casa...mas e se não fica bem feito?"

Identifica-se com algumas coisas deste testemunho? Sente que todos os dias faz um esforço sobrenatural para ser uma Super Mulher, mas sente-se esgotada de o ser?
No programa Mulheres de Esperança chamado "Síndrome da Super Mulher" demos algumas dicas que podem ajudá-la e vamos partilha-las consigo aqui. Tome nota!


Se sofre deste síndrome de super mulher, há pequenas mudanças que pode começar a introduzir na sua vida diárias, de modo a não sentir-se tão culpada e tão casada:

  • Permita-se imperfeições. A louça não precisa ser LOGO lavada mal acaba o jantar, a roupa pode ser lavada ao sábado e os seus filhos não precisam estar matriculados em todas as actividades que existam para crianças da sua idade. 
  • Ponha um ponto final na sua guerra de mulher perfeita! Não tem de fazer convites para o aniversário da sua filha, nem fazer o bolo, nem limpar a casa tudo isto sozinha. Pegue numa ou duas destas coisas que gosta de fazer e depois faça uma lista de pessoas que podem ajudá-la a fazer o resto.
  • Estabeleça as suas prioridades. Se é uma prioridade passar tempo com os seus filhos, inclua isso no seu horário. Não deixe para a noite, quando está a coloca-los na cama e de repente se apercebe que passou mais um dia sem dar-lhes a atenção que eles precisam e merecem.
  • Dê uma folga a sim mesma. Tem que permitir-se não ser perfeita. Faça o melhor que pode, mas não tem que ser perfeita em tudo o que faz.
  • Tire tempo para si. Na sua agenda escreva "meu tempo". Pode ser um novo passatempo, umas aulas na escola, universidade ou até um curso profissional, ir ao ginásio, ou até 5 minutos para relaxar sem fazer NADA!
 
Estes pequenos passos vão libertá-la de muito stress, mas isso não quer dizer que não vai sentir culpa, por isso leia o texto seguinte e saiba como libertar-se desse sentimento.


Conversas da Alma

Depois de tudo o que falámos sobre a mulher como um ser multi-funcional e da batalha contra a culpa, consequente de tudo o que pensa que ainda não alcançou, gostaríamos de falar sobre a batalha espiritual atrás destas listas enormes de “coisas para fazer”. 

Culpa é uma palavra que nos leva aos mais profundos sentimentos de perda, raiva, desespero e horror. Porque é que eu fiz isto? Porque é que não fiz mais aquilo? Se eu tivesse reparado antes...se tivesse esperado um pouco mais...se tivesse sabido naquela altura o que sei agora...e estes  “e se...” batem-nos sem piedade. Alguém disse que a "culpa é como um amigo que te apunhala pelas costas com uma faca mal afiada."

A culpa é um peão poderoso, no jogo de engano de Satanás. À medida que ele estende a sua rede de culpa à nossa vida e somos apertados com sentimentos de rejeição, punição e isolamento, nessa altura somos tentadas a duvidar da sinceridade do perdão e da graça de Deus. Há muitas pessoas que se sentem incapazes de lidar com este sentido de culpa. Ficam confusas, frustradas e eventualmente desistem. Mas Deus tem uma receita prescrita para tratar da culpa e encontra-se escrita na Sua Palavra. É bom que saiba que há uma culpa que é genuína, o resultado de alguém ter quebrado as suas crenças morais e há a falsa culpa, que é o resultado de uma má concepção do que se passa e, neste caso, o indivíduo sente essa culpa mesmo sem ter violado nenhum código moral. Deus usa a culpa genuína para tocar na nossa consciência quando agimos irresponsavelmente e alerta-nos para acções erradas específicas, Estas acções podem ser má-língua, inveja, engano, conduta imoral e esta convicção chega a nós pelo Espírito Santo de Deus. A culpa chega à nossa vida quando resistimos aos Seus avisos e cedemos aos nossos desejos. Se for uma culpa genuína ela é motivadora, leva-nos a Deus e ao arrependimento, e assim experimentamos o perdão de Deus. É como um mestre que nos ensina a verificar a nossa conduta e ajustar as nossas velas, ao passo que a culpa falsa pode ser mortal para as nossas emoções. Há pessoas que até conseguem dizer “Tenho um sentimento de culpa enorme...que não me deixa...” e pode até nem haver algo definido para essa culpa existir, mas esse sentimento vai destruindo o seu interior. Muitas vezes estas pessoas cheias de falsa culpa, o incidente a que se referem nem foi da sua responsabilidade. Foram vítimas inocentes, apanhadas na má conduta de outra pessoa. Normalmente, pessoas vítimas de abuso verbal e sexual são candidatos perfeitos a este tipo de culpa.

Para vivermos uma vida livre de culpa temos que entender quem somos em Cristo. Está escrito na Bíblia, pelo apóstolo S. Paulo, que "fomos predestinados para ser filhos de adopção de Deus, por Jesus Cristo, segundo a bondosa intenção da Sua vontade, para louvor da Sua graça, que Ele livremente concedeu a nós no Amado. Nele temos a redenção pelo Seu sangue, o perdão das nossas maldades, segundo a riqueza da Sua graça, que Ele abundantemente derramou sobre nós” (Efésios 1:4-8)
Foi escolha de Deus tornar-nos Seus filhos. Ninguém O forçou a aceitar-nos. Fê-lo livremente como um acto de graça. A falsa culpa não vem de Deus, é um estratagema de Satanás para impedir-nos de ser o que Deus tem em plano que sejamos – Seus filhos amados. Tem um arsenal enorme de armas como, culpa de não ir ao encontro das expectativas dos pais, culpa assumida pelo divórcio de pais, não agradar aos amigos etc, etc. mas sabe ouvinte, nunca podemos desapontar Deus, pois Ele sabe tudo, conhece a nossa vida do começo ao seu final. Ser liberto da culpa, passa pela confiança no amor de Deus e no facto que a morte do Senhor Jesus  providencia a libertação dessa culpa. Ele conhece tudo a nosso respeito, mas escolheu perdoar-nos.
Querida amiga, aceite esta obra tão completa e aceite-se como é em Deus. Verá que os seus dias, mesmo imperfeitos, podem ser bem felizes!

Pode ouvir o programa Mulheres de Esperança - "Síndrome da Super Mulher" aqui.



Texto: Excerto do programa Mulheres de Esperança - "Síndrome da Super Mulher"
Produção: Sarah Catarino
Locução: Sarah Catarino e Sónia Simões